Associação Gaita-de-Foles A.P.E.D.G.F. APEDGF
Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita-de-foles - Portuguese Bagpipe Society .'.
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Índice:

Introdução

Oficina

Oficina Interactiva
para Crianças


Exposição
"Um Mundo de Gaitas"

 

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Alberto Lima: Gaiteiro do Minho. (foto: Miguel Barriga)

Oficina de Gaita-de-fole: música, técnicas e tradições.
A oficina de Gaita-de-fole vai contemplar duas vertentes distintas e complementares: uma mais ligada à vivência e experiência do tocador, Sr. Alberto Lima, onde vai ser possível ter um contacto íntimo com as suas vivências, os contextos musicais e a sua biografia e outra, mais direccionada para as técnicas e
repertório específicos do tocador, neste caso, característicos do Minho. Napoleão Ribeiro, da Associação Gaita-de-foles, fará a ponte entre os participantes e o tocador. Para além da oportunidade única que constitui este encontro para fazer a ponte e a transmissão de técnicas e características muito próprias da tradição gaita-de-fole em Portugal, também se transmitem vivências e memórias dos contextos em que se cria e vive a música deste instrumento (hoje em rápida transformação), cujo conhecimento é tão importante quanto a mera familiaridade com as técnicas de execução e afinação.

O Tocador: Sr. Alberto Lima
Alberto Carvalho Lima é natural da vila de Delães, Vila Nova de Famalicão. Aos sete anos de idade assiste, juntamente com o seu pai, João Pereira Lima, às aulas de gaita com um galego, ainda hoje vivo, conhecido em Famalicão por "António Espanhol".
Rapidamente passa a acompanhar o grupo que o seu progenitor tinha fundado, “Os Divertidos”, pelas romarias e festas de todo o Vale do Ave. Com o passar dos anos, o grupo torna-se cada vez mais conhecido e afirma-se no circuito dos festeiros de várias regiões do país, ganhando assim clientela em zonas tão diversas que vão do Alentejo a Trás-os-Montes, Ribatejo ou Alto-Minho.
A necessidade aliada ao engenho obrigou-o a aprender a construir caixas e bombos, tal como forçou a adequação do grupo aos contextos contemporâneos de cada década e fizeram com que este deixasse de ser apenas um conjunto de “pancadaria e trovoadas” e se transformasse num grupo onde figuram duas ou três gaitas-de-fole afinadas, clarinetes, caixas “a tempo e contratempo” e bombo. Uma das batalhas pessoais de Alberto Lima sempre foi contrariar dois preconceitos que perseguem a imagem dos "Zés-P'reiras": o de tocarem "desafinados" e “à pancadaria” e de serem grandes consumidores de álcool...
Com o amadurecimento da sua carreira como gaiteiro, em 1975 retira-se do grupo do pai e funda “Os Delaenses”, conhecidos pelos “Azuis”, que possuem formação idêntica ao grupo anterior.

Alberto Lima é possuidor de uma técnica de adornos muito própria, aliás característica dos gaiteiros minhotos mais velhos, bastante próxima à de Toni das Gaitas (António Ribeiro), de quem é compadre. Embora possua um repertório bastante ecléctico, Alberto Lima tem predilecção pelos temas tradicionais do Minho.

O Pivot: Napoleão Ribeiro
Napoleão Gonçalves Ribeiro é membro da APEDGF (Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita de Foles) e desenvolve a sua actividade musical no Grupo de Gaiteiros da Ponte Velha, de Santo Tirso, do qual é membro fundador. Tem-se dedicado à investigação de vários instrumentos tradicionais do Entre-Douro-e-Minho, entre os quais a Gaita-de-fole, numa região que, apesar de possuir uma enorme tradição gaiteira, parece ainda não ter originado grandes atenções relativas ao seu estudo. Tem recolhido todo o tipo de histórias e músicas relacionadas com os "Zés-P'reiras" do Minho, assim como iconografia e documentação histórica relacionadas com a Gaita-de-fole. Desde 2000 que, juntamente com o luthier Carlos Carneiro e de uma forma amadora, tem construído vários instrumentos de arco medievais, Rabecas Chuleiras e Violas de Amor. Foi membro refundador da Tuna de Sequeirô, onde funciona uma escola de música tradicional. É antropólogo no gabinete do património cultural da Câmara Municipal da Trofa.






 


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