Associação Gaita-de-Foles A.P.E.D.G.F. APEDGF
Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita-de-foles - Portuguese Bagpipe Society .'.
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Introdução

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Instrumentos
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Introdução
A tradição de Gaita-de-fole em Portugal é ainda mal conhecida de
algum público urbano, que associa o nome do instrumento à Escócia e
inevitavelmente, como sendo não-português.
E no entanto, Portugal, à semelhança de muitos outros países europeus,
possui uma tradição riquíssima deste instrumento, praticamente desde a
fundação da nacionalidade, em pleno período medieval, com uma forte
implantação, pelo menos até ao século XVIII.
Obviamente, quando se fala do instrumento Gaita-de-fole, referimo-nos
a instrumentos com princípios de funcionamento e um formato geral
comum, mas com características bem distintas entre si: uma gaita
transmontana é diferente de uma gaita galega que por sua vez é
diferente de uma gaita escocesa, na afinação, na morfologia, no
timbre, etc.

Um Mundo de Gaitas
Gaitas-de-fole de todo o Mundo
Descubra a incrível variedade de um instrumento que atravessa muitas culturas, por todo o Mundo: da Europa à África, do Mediterrâneo à Ásia...

Em Portugal, existem pelo menos três tipos de gaitas mais comuns; na
faixa atlântica ocidental, (do Minho até à Estremadura, Zona de Torres
Vedras e Península de Setúbal) existem ainda muitos gaiteiros
tradicionais que tocam um tipo de instrumento em tudo semelhante ao
que se convencionou chamar de "gaita galega". Na zona de Coimbra, nas
aldeias em redor, perdura ainda um tipo de instrumento semelhante a
este, de construção local, que exibe algumas características
diferentes e muito interessantes, ainda que pouco conhecidas.
Na zona de Trás-os-Montes ainda existe, com alguma vitalidade, um
certo número de tocadores tradicionais de outro tipo de instrumento, a
"Gaita-de-fole", ou "Gaita-de-fole transmontana" ou "Gaita-de-fole
mirandesa" (as designações variam), com um repertório e
características sonoras muito próprias, que partilham algumas
semelhanças com os instrumentos encontrados na região fronteiriça de
Zamora e Castela-Leão (Espanha).

Recentemente (sobretudo a a partir do século XIX), o instrumento
Gaita-de-fole encontrou-se em franca regressão, devido à implantação
de outros instrumentos e práticas musicais, que levaram ao seu
abandono e a algum esquecimento. No entanto, permanece ainda em
algumas zonas rurais como um instrumento muito popular e quase
obrigatório para a celebração das festas e das práticas musicais
próprias dessas regiões (como é o caso das regiões apontadas
anteriormente).
Essas práticas musicais subsistem, à semelhança de muitos outros
instrumentos na mesma situação, graças aos poucos tocadores
tradicionais (ou que se convencionou chamar de "tradicionais",
precisamente por serem os representantes de práticas musicais mais
esquecidas) que o tocam, ensinam e transmitem às novas gerações.

 





 


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