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Actividades Paralelas
> Construção de Instrumentos
Oficina de construção de aerofones
Monitores: Bitocas
Número limite
de inscrições: 10 por oficina.
Quantos
de nós já construíram o seu próprio instrumento musical?
No Tocar de Ouvido todos poderão aprender a construir um, de forma
acessível, prática e divertida, com Bitocas (D'Orfeu).
A oficina pretende partilhar a facilidade com que se podem
construir instrumentos musicais, sem recorrer a ferramentas
especializadas, parafusos, colas ou outro tipo de material além de
braços, caixas de ressonância e cordas.
O que é preciso para participar? Para os braços dos cordofones: qualquer coisa
comprida, tábuas, ripas, paus, grelhas, ou outras formas, como por
exemplo, um aro de bicicleta, um caixilho, ou até mesmo um ferro de
engomar, se for pesado. Para a caixa de ressonância: vaso de plantas em
plástico, latas, gavetas, um penico ou algo com alguma caixa de ar.
Tragam o que puderem, visto que a simplicidade do processo permitirá a
cada construtor a criação de uma pequena colecção de novos instrumentos.
As cordas serão fornecidas na oficina.
Monitor: BitOcas
Victor
Fernandes, mais conhecido por BitOcas, sempre dado ao experimentalismo e
à improvisação, desde cedo se interessou pelas questões pedagógicas por
constatar que essa forma de encarar a música não era muito difundida nem
praticada pelos músicos à sua volta. O que o levou ao longo dos anos a
desenvolver uma metodologia própria para a experiência e estudo musical
e que, consequentemente, foi aplicando tanto no ensino como nas artes de
palco. Frequentou o Conservatório de Música de Aveiro e o Curso de
Percussão da Escola Profissional de Música de Espinho. Mas foi de forma
autodidacta que desenvolveu a maior parte das suas experiências
pedagógico-musicais e através de vários convites tem-se visto envolvido
nos mais variados projectos formativos e cénicos: d’Orfeu Associação
Cultural (1995) Tocárufar (1998), O Jogo Aberto (2002).
Neste sentido tem também criado e desenvolvido vários trabalhos
performativos sugerindo novas relações entre o jogo, a improvisação, a
criatividade e o imaginário, como é exemplo "O Mistério das Vozes
Vulgares" e "Fónix-Pop Atletique musique". Entre várias colaborações,
participou em projectos teatrais com companhias como O Acto (Estarreja),
a Acert (Tondela) e Efémero (Aveiro). Entre 2001 e 2006 leccionou a
disciplina de Expressões Integradas no Instituto Piaget de Viseu. Desde
1994, colabora com a "Akademie fur Musikpadagogic" num campo de férias
para jovens músicos em Oberwisel, Alemanha. E, com muitas outras, com
carácter mais pontual, tem orientado oficinas e espectáculo abordando a
improvisação e estratégia musical e comunicação transpessoal.
É membro do grupos musicais "Culto de Orfeu", dedicado às velhas e novas
músicas do mundo, "4Portango" com musica de Astor Piazzolla e "põePlay"
com o qual, mistura toda a música de conserva (CDs). Desde 1996 tem
organizado e orientado, para a d’Orfeu, os Seminários, debates públicos
sobre variados tópicos da música, da arte, da educação e do
associativismo. Em 2004 iniciou o Ciclo, criando e incentivando outros
ao experimentalismo. Evento anual que começou com o nome Ciclo da Voz,
se transformou sucessivamente no BiCiclo, no TriCiclo, e finalmente no
actual Tetra.
E, em 2008, com o AparqA!, lança as bases para o desenvolvimento de um
centro criativo para a dinamização de actividades lúdicas, estudos e
pedagogias alternativas.

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